Menu

Você está em:

1 João Capítulo 3

Por nos amar, Deus nos trata como os seus filhos

1 João 1-3

Ah! Como é maravilhoso o amor que o Pai Eterno derramou sobre nós.

Por nos amar, Ele nos trata como os seus fi lhos.

Sim! De fato, somos fi lhos de Deus.

Os que não creem em Deus não aprovam nosso jeito de viver, porque eles não amam a Deus.

Já vivemos como fi lhos do Deus Eterno, mas ainda não somos perfeitos.

Quando Jesus Cristo vier pela segunda vez, seremos iguais a Ele, porque fomos salvos para ser como Ele é.

É por isso que procuramos viver de modo íntegro, inspirados pelo exemplo de Jesus, que é completamente íntegro.

Pecar é rebelar-se contra os mandamentos divinos

1 João 4-6

Quanto ao pecado, sabemos que se trata de uma violação às ordens de Deus.

Pecar é exatamente isto: rebelar-se contra os mandamentos divinos.

Sabemos também que Jesus veio para tirar o pecado do mundo.

Assim, todos os que vivem pecando não amam a Jesus e não experimentam o seu amor.

Os filhos de Deus são diferentes dos filhos do diabo

1 João 7-10

Estou dizendo isso para que não sejam enganados.

Nada muda a realidade: quem busca ser íntegro é íntegro, imitando a Jesus; aquele que vive pecando segue o diabo, que desde o princípio vive no pecado.

Jesus Cristo veio exatamente para destruir os feitos do diabo.

Quem é filho do Deus Eterno não vive pecando, uma vez que o Evangelho de Jesus já habita no seu coração. Ele não tem como viver pecando exatamente porque o seu coração foi preenchido pelo Filho de Deus.

Os filhos de Deus são diferentes dos filhos do diabo, os quais não procuram viver de modo íntegro e não amam o próximo nem a Deus.

Quando amamos ao nosso próximo, demonstramos que nascemos de novo

1 João 11-15

Jesus foi absolutamente claro no que nos ensinou:

  • Amem uns aos outros

  • (João 13.34)

Nosso modelo não pode ser o de Caim, que, por ser filho do diabo, assassinou o seu próprio irmão.

Como sabemos lendo Gênesis 4, ele fez isso porque amava a maldade, enquanto o seu irmão (Abel) praticava a bondade.

Não nos surpreendamos se, como Caim, as pessoas que não conhecem a Deus nos persigam.

Lembremo-nos de que fomos transportados de uma vida dominada pelo pecado para viver uma nova vida.

Quando amamos o nosso próximo, demonstramos que nascemos de novo, espiritualmente falando.

Se não amamos o nosso próximo, ainda não nascemos espiritual- mente. Quem odeia o próximo é, na verdade, um assassino. Nenhum assassino tem o amor de Deus no coração.

O amor é totalmente prático

1 João 16-17

O amor é totalmente prático: assim como Cristo nos doou a sua vida, devemos doar nossa vida ao próximo.

Assim, se tendo recursos financeiros, vemos nosso próximo passando necessidades e não o ajudamos, o amor de Deus não está em nós.

Amemos de fato

1 João 18-24

Não amemos de palavras, apenas da boca para fora, mas amemos de fato, com toda a intensidade. Quando amamos, demonstramos que estamos com a verdade.

Quando amamos verdadeiramente, temos paz interior, de modo que, mesmo que a nossa consciência nos acuse de não amarmos o quanto devemos, podemos recorrer ao Deus Eterno, que nos tranqui- lizará. Ele é maior que a nossa consciência e sabe de todas as coisas.

Quando amamos verdadeiramente, podemos continuar confiando no amor do Deus Eterno, que nos ajudará a viver de acordo com os seus mandamentos e a fazer o que Ele aprova.

O que Ele espera de nós é que:

Creiamos no seu Filho, Jesus Cristo, como nosso Salvador e nos amemos uns aos outros.

Esse é o mandamento de Deus para nós.

Quem crê em Deus e ama o próximo mostra que o seu coração é dedicado ao Deus Eterno, que nele habita.

Sabemos que o Deus Eterno habita em nós, porque o Espírito Santo assim nos garante.