Ageu 2.1-9
Jerusalém, 17 de outubro de 520 a.C.
Pouco depois, no dia 17 de outubro de 520 a.C., o Deus Eterno me disse:
“Ageu, quero que você pregue a seguinte mensagem aos israelitas do Sul e aos seus líderes Zorobabel de Salatiel e Josué de Jozadaque:
‘Tem alguém entre vocês que viu o primeiro Templo em toda a sua beleza? E o que estão achando agora do novo Templo? Feio, não é?
Então, Zorobabel, seja forte. Seja forte, Josué.
Todos vocês sejam fortes.
Mãos à obra, certos de que estou com vocês. Como prometi quando saíram do Egito,
Eu habito entre vocês. Não tenham medo!
Está perto o tempo em que me manifestarei
E mostrarei a todos o meu poder.
Até a natureza verá o que farei.
Farei vir dinheiro de todas as partes do mundo Para fazer a minha Casa brilhar.
Todo o dinheiro do mundo me pertence.
A beleza do segundo Templo será maior do que a do primeiro. Eu garanto’”.
Ageu 2.10-19
Jerusalém, 18 de dezembro de 520 a.C.
Novamente, no dia 18 de dezembro de 520 a.C., o Deus Altíssimo me disse: “Ageu, quero que faça uma pergunta aos sacerdotes de Israel do Sul: ‘Imagina que alguém embrulha a carne consagrada num culto e ela encosta num pão, na comida, no vinho ou algum outro alimento. O que ela tocou ficará consagrada?’
Ageu perguntou e os sacerdotes responderam: não’. Ageu fez outra pergunta:
“Se uma pessoa que se tornou impura por ter tocado num cadáver tocar também nesses alimentos, a comida ficará contaminados?”
O sacerdotes responderam que “sim”. Ageu continuou:
“Pois bem. Para mim, todo o povo está contaminado; tudo o que fazem é impuro; tudo o que me oferecem é imundo.
Por isso, eu convido a todos a uma reflexão.
Lembrem-se do que lhes acontecia antes de começarem a construir o Templo. Uma pessoa plantava para ter uma colheita boa, mas colhia só a metade esperada. Outra esperava recolher bastante vinho, mas a safra não chegava nem a metade do que esperava.
Suas produções foram prejudicadas pela ferrugem, pelo mofo e pela geada. No entanto, nem assim vocês se voltaram para mim.
Agora, pensem no que começou a acontecer com vocês desde o dia 18 de dezembro de 520 a.C., quando vocês deram início à reconstrução do Templo. Eu lhes pergunto:
‘Vocês plantaram e o que aconteceu? A parreira, a figueira, a romeira e a oliveira já não começaram a dar seus frutos?
Claro que sim, pois, desde então, eu os tenho abençoado’”.
Ageu 2.10-23
Jerusalém, 17 de dezembro de 520 a.C.
No mesmo dia 18 de dezembro de 520 a.C., o Deus Eterno me deu uma incumbência. Era para falar diretamente a Zorobabel, o governador de Israel do Sul. Eis o que eu devia dizer:
“Zorobabel, estou para fazer algo novo.
Farei cessar toda a oposição a você, para que continue na liderança da reconstrução do Templo. Enfraquecerei os fortes e destruirei suas armas. Seus adversários se enfrentarão e serão mortos uns pelos outros.
Eu escolhi você para esta missão.
Por isso, no tempo próprio, todos reconhecerão que eu o escolhi”.
(Para ler na sequência cronológica, vá para o livro de ZACARIAS, na página XX.)
