O grito do anjo
Apocalipse 1-3
Outro anjo também apareceu.
Ele era poderoso e desceu do céu. Estava envolto numa nuvem. Acima da sua cabeça, o arco-íris brilhava.
O rosto do anjo resplandecia como o sol. As suas pernas eram pilares de fogo.
Ele tinha na mão um pequeno livro que estava aberto.
Com um pé, esse anjo pisava o mar e, com o outro, a terra.
Nessa posição, ele gritou bem forte, tão forte quanto o rugido de um leão.
Assim que gritou, sete trovões se manifestaram.
O segredo necessário
Apocalipse 4-7
Assim que ouvi os trovões, decidi escrever também sobre o que estava ouvindo, mas um anjo me impediu:
— Mantenha segredo sobre as coisas que os sete trovões disseram. Não escreva nada!
Nesse momento, o anjo que pisava o mar e a terra levantou a mão direita para o céu, declarou a sua fidelidade ao Deus Eterno, que vive para todo o sempre e que criou o céu, a terra, o mar e tudo que há neles. Depois, o anjo disse as seguintes palavras:
— Não vai demorar! Dentro em breve o sétimo anjo chegará para fazer o que lhe cabe. Quando ele se posicionar para tocar o seu trompete, a mensagem que o Deus Eterno anunciou por intermédio dos seus profetas será clara para todos.
Pegue o livro e coma!
Apocalipse 8-9
Em seguida, recebi uma nova ordem vinda do céu. Ela dizia:
— Agora, pegue o livro da mão do anjo que está com os pés sobre o mar e a terra.
Eu me dirigi ao anjo e lhe pedi o livro. Ele me respondeu:
— Pegue o livro e coma! Ele será, ao mesmo tempo, doce e amargo; doce como o mel ao paladar, mas amargo no estômago.
Peguei o livro e o comi
Apocalipse 10-11
Então, peguei o livro e o comi.
De fato, era doce ao paladar, mas, depois, ficou amargo no meu estômago.
Depois disso, o anjo me disse:
— É necessário que você pregue o que leu no livro a muitas outras pessoas. Elas estão espalhadas pelas nações, falam línguas diferentes e são lideradas por diferentes governantes.
