As sete taças
(Apocalipse 15.5-16.21)
Uma música de vitória
Apocalipse 1-4
Algo grande e extraordinário aconteceu no céu.
Sete anjos anunciavam os sete últimos flagelos, com os quais a justiça de Deus seria definitivamente aplicada.
Havia um mar, feito de vidro misturado com fogo.
Estavam ali ainda os que venceram a Fera do Mar, com sua estátua e o número do seu nome.
Os vencedores estavam em pé ao lado do mar de vidro. Tinham nas mãos as harpas que Deus lhes tinha dado.
Eles cantavam uma música de vitória. A canção celebrava a passagem do povo de Israel pelo mar Vermelho e a ressurreição de Jesus.
A letra dizia:
"Ó Deus Eterno, Todo-Poderoso,
Tu és perfeito em tudo o que fazes.
Tuas obras demonstram a tua bondade.
Ó soberano Deus Eterno,
Quem não te aplaudirá
E não cantará para te louvar?
Só tu és santo.
Todos os povos virão
E se curvarão diante de ti
Porque a tua bondade se manifestou".
(Salmo 111.2, Salmo 145.17, Jeremias 10.7 e Salmo 86.9)
O templo iluminado
Apocalipse 5-8
Depois de tudo, olhei e vi que o Templo estava aberto.
Ele estava iluminado pela glória de Deus, como acontecia na Cabana Sagrada, durante a travessia do antigo povo de Israel pelo deserto.
Os sete anjos, que tinham os sete flagelos, saíram do Templo. Eles estavam vestidos com roupas de linho puro e resplandecente. Na altura dos seus peitos, havia cintos de ouro.
Um dos quatro seres impressionantes entregou uma taça a cada um dos sete anjos. Elas estavam cheias da fumaça da bondade do Deus Eterno.
O Templo se encheu da glória e do poder de Deus. Ninguém podia entrar, enquanto os sete flagelos dos sete anjos não acontecessem.
