PARTE 1 - A volta para Jerusalém
(Esdras 1 a 2)
A VOLTA DO EXÍLIO
Esdras 1.1-4
Como Jeremias tinha profetizado (em Jeremias 25.11 e 29.10), o Deus Eterno despertou Ciro II, que era o rei da Pérsia, para tomar uma decisão, publicada em 538 a.C., e com validade para todo o império.
O decreto determinava:
“O Deus Eterno, que governa o universo, concedeu-me o poder de governar o mundo. Ele me deu também a tarefa de edificar um Templo em Jerusalém, em Israel do Sul.
Convoco a todos que fazem parte do povo de Israel para que se dirijam a Jerusalém e edifiquem uma Casa para o Deus Eterno, que mora em Jerusalém.
Quem não for deve contribuir financeiramente, oferecendo dinheiro, ferramentas e animais, além de outras ofertas voluntárias para a reconstrução da Casa de Deus em Jerusalém”.
O DESEJO DE RECONSTRUIR O TEMPLO
Esdras 1.5-11
Ao tomarem conhecimento do decreto real, muitos exilados se prontificaram para ir a Jerusalém a fim de reconstruir a Casa do Deus Eterno.
Entre eles estavam os líderes das famílias de Israel do Sul, acompanhados pelos sacerdotes e pelos levitas, bem como por outras pessoas despertadas pelo Espírito Santo.
Seus vizinhos persas também contribuíram, doando objetos de prata e ouro, ferramentas e outras coisas valiosas, entre outras ofertas voluntárias.
O próprio rei Ciro II mandou devolver os utensílios da Casa do Deus Eterno em Jerusalém que antes tinham sido levados de Jerusalém e colocados no templo dos deuses da Babilônia.
Por ordem do rei, a transferência foi conduzida por Mitredate, ministro das finanças da Pérsia. Quem recebeu os itens foi Sesbazar, um dos líderes de Israel do Sul.
Eis a lista dos objetos transferidos:
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30 bacias de ouro
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100 bacias de prata
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29 facas
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30 taças de ouro
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410 taças de prata de segunda categoria
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100 diferentes itens.
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540 objetos de ouro e prata.
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Esses itens foram recebidos por Sesbazar, que os levou para Jerusalém.
