O Deus Eterno ouve as orações dos hebreus
(Êxodo 1 a 11)
Escravos
OS ISRAELITAS CRESCEM NO EGITO
Êxodo 1-7
(Em 1876 a.C.), Jacó saiu de Canaã e entrou no Egito.
Ele levava os seguintes filhos:
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Rúben
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Simeão
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Levi
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Judá
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Issacar
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Zebulom
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Benjamim
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Dã
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Naftali
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Gade
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Aser
Seguiram juntos as suas noras e os netos; 70 pessoas, ao todo. José e a sua família já se encontravam no Egito.
José morreu. Morreram também os seus irmãos e, depois, os seus filhos e netos.
Enquanto estiveram no Egito, todos os israelitas foram fecundos, tendo muitos filhos. Eles se multiplicaram e se fortaleceram, espalhando-se por todo o país.
OS ISRAELITAS SE TORNAM ESCRAVOS NO EGITO
Êxodo 8-14
Decorridos três séculos, um faraó que não conhecia a história de José assumiu o poder.
Preocupado, o novo faraó se dirigiu ao povo egípcio:
“O povo de Israel se tornou muito numeroso e muito forte. Precisamos tomar cuidado.
Vamos agir enquanto é tempo, antes que se multiplique ainda mais.
Do contrário, se formos atacados, ele vai se juntar ao inimigo, lutar contra nós, libertar-se e deixar nosso país”.
O faraó determinou que os israelitas fossem submetidos a trabalhos forçados. Para tanto, recebiam tarefas difíceis de executar e eram vigiados de perto por capatazes egípcios.
Foi nessa condição que construíram as cidades conhecidas como Pitom e Ramessés, onde ficavam os celeiros dos produtos agrícolas do Egito.
Contudo, quanto mais eram afligidos, os israelitas mais cresciam e mais se espalhavam.
A situação deixou os egípcios muito aflitos. A solução encontrada foi escravizar o povo de Israel, o que fizeram com muita crueldade. Os hebreus, agora escravos, eram brutalmente obrigados a preparar o barro, fabricar os tijolos e cuidar da lavoura. Era pesada a escravidão.
AS PARTEIRAS RECEBEM ORDEM PARA MATAR OS MENINOS HEBREUS
Êxodo 15-22
Entre os hebreus, como eram também chamados os israelitas, havia duas mulheres encarregadas dos partos: os seus nomes eram Sifrá e Puá.
Elas receberam a seguinte ordem emitida pelo faraó:
“Determino que as parteiras das mulheres hebreias verifiquem, logo após o nascimento, o sexo do bebê. Se for menino, tem que ser morto. Só as meninas podem continuar vivas”.
As parteiras, porém, por amarem a Deus, desobedeceram à ordem real e permitiram que os meninos também sobrevivessem.
Elas foram denunciadas.
No julgamento, o faraó lhes perguntou:
— Por que vocês têm deixado que os meninos vivam?
Sifrá e Puá responderam:
— A razão é que as mulheres hebreias não são como as egípcias. De fato, somos chamadas para o parto das hebreias, mas, quando chegamos, os bebês já nasceram. As mães são muito fortes.
Deus foi generoso com as parteiras e fez com que também fossem fecundas e tivessem muitos filhos. Enquanto isso, o povo de Israel crescia cada vez mais.
O faraó não desistiu e baixou outra ordem:
“Todos os meninos hebreus devem ser jogados no rio Nilo para que morram.
Quanto às meninas, deixem-nas em paz”.
