louvores
o povo de israel canta coletivamente
Êxodo 1-19
Com muita alegria pela vitória recebida, o povo cantou a seguinte música composta por Moisés:
"Com gratidão ao Deus Eterno eu canto
Porque Ele magnificamente triunfou,
Lançando no mar Vermelho o cavalo
E junto o seu condutor.
Do Deus Eterno vem a minha força
Porque Ele é o que me liberta.
Ele é o meu Deus e eu o louvarei.
Na companhia do meu povo, eu o exaltarei.
Ele vence as minhas batalhas,
Como o Deus Eterno que é.
Os carros de guerra do faraó e a sua gente
Estão afundados no mar,
Que engoliu os seus generais.
Estão agora cobertos na água profunda,
De onde não podem retornar.
Ó Deus Eterno, tu és mesmo poderoso,
Contra quem ninguém pode.
Os que se levantam contra ti
Acabam no chão,
No pó consumidos estão.
Quando decidiste agir em nosso favor,
Colocaste o mar em movimento.
Por causa do teu amor, as ondas cessaram
E formaram paredões para nos proteger,
Como se fossem rochas que ninguém pode mover.
Eu ouvi as vozes dos perseguidores:
‘Vamos! Vamos pegá-los!
Vamos devorá-los!
Com as nossas espadas, vamos cortá-los na certa.
A vitória será completa’.
Não foi o que vi:
Eu vi o teu vento soprando
E encobrindo como chumbo no fundo das águas bravias
Os que te desafiam.
Há deuses por aí,
Mas só tu és o Deus Eterno,
Incomparável em santidade,
Insuperável em força e totalmente amoroso,
Absolutamente maravilhoso.
Para nos defender,
Fizeste que o mar engolisse
Os que nos perseguiam.
A tua bondade nos guiou
E agora contemplamos a tua santidade.
A notícia dos teus feitos corre entre as nações.
Os filisteus tremem de medo.
Os generais edomitas estão perturbados.
Agitados se encontram os militares de Moabe.
O desânimo já toma conta dos moradores de Canaã.
Todos estão espantados e apavorados,
Mudos como as pedras,
Esperando a nossa chegada.
Quanto a nós, seguros estamos
De que nos levarás
À Terra Prometida,
Onde celebraremos sobre o monte
Em que nos esperas para o encontro
Em que cantaremos que és o nosso Deus Eterno
E sempre conosco estarás".
(Salmos 138.6, 111.9, 103.17, 98.1, 147.6 e 98.3; Gênesis 17.7)
De fato, os cavalos e os carros do faraó com os seus comandantes e cavaleiros entraram no mar Vermelho e de lá não mais saíram.
Nós, porém, passamos a pé na estrada aberta entre os paredões de água.
o cântico de miriã
Êxodo 20-21
Moisés e Arão tinham uma irmã, Miriã. Ela era cantora e, pegando um tamborim, começou a tocá-lo e a dançar. As mulheres a seguiram, tocando os seus tamborins e dançando também.
O refrão que Miriã repetia continha as primeiras palavras do cântico de Moisés:
"Com gratidão ao Deus Eterno cantamos
Porque Ele magnificamente triunfou,
Lançando no mar Vermelho o cavalo
E junto o seu condutor".
o povo reclama da falta de água
Êxodo 22-27
Tendo atravessado o mar Vermelho, os hebreus foram para o deserto de Sur.
Depois de três dias de caminhada, sentiram sede, mas não havia água.
Algum tempo depois, chegaram ao vilarejo de Mara, onde havia água, só que era amarga; por isso, não puderam bebê-la. O lugar ficou conhecido como Mara (“amarga”, em hebraico).
Sedentos, reclamaram contra Moisés:
— Queremos água!
Moisés orou.
O Deus Eterno lhe mostrou uma tábua. Quando Moisés jogou a tábua na água, ela se tornou potável.
Essa foi uma oportunidade para o povo aprender sobre o amor de Deus, que a todos ensinou por intermédio de Moisés:
— Se vocês escutarem com atenção ao que eu lhes digo, fizerem o que eu lhes mando e levarem a sério todos os ensinos que lhes ofereço, o mal não os vencerá e nenhuma praga como as do Egito lhes sobrevirá. Afinal, eu sou o Deus Eterno, o Deus que os cura de todas as suas enfermidades.
Pouco tempo depois, os israelitas partiram e chegaram ao vilarejo de Elim, onde encontraram 12 fontes de água, cercadas por 70 palmeiras.
Lá, ficaram acampados por vários dias.
