“queremos água”
moisés com medo de ser apedrejado
Êxodo 1-7
A viagem prosseguiu…
O povo partiu do deserto de Sim, fazendo várias paradas, conforme o Deus Eterno ia orientando.
O próximo acampamento aconteceu em Refidim, onde não havia água potável.
O povo reclamou com Moisés:
— Queremos água! Queremos água!
Moisés perguntou:
— Por que estão gritando comigo? Parem de provocar o Deus Eterno!
O povo não se calou:
— Por que você nos trouxe do Egito? Foi para nos matar de sede? Queremos água para nós, para nossos filhos e para nossos rebanhos.
Moisés orou:
— Ó Deus Eterno, o que direi ao povo? Pelo jeito, serei apedrejado hoje.
O Deus Eterno lhe respondeu:
— Faça o seguinte: caminhe mais um pouco, levando alguns líderes com você. Leve a vara, aquela com a qual você tocou no rio Nilo, e se afaste um pouco do acampamento. Estarei bem na sua frente, sobre uma rocha nessa região do Horebe (na península do Sinai). Bata na rocha e dela sairá água potável para o povo beber.
Foi o que Moisés fez.
Ele deu àquele lugar os nomes de Massá (“teste”, em hebraico) e Meribá (“discussão”, em hebraico). Os nomes eram para lhe lembrar da discussão que teve com os israelitas, quando tentaram o Deus Eterno no deserto, duvidando de que Ele estivesse com eles.
os amalequitas atacam
Êxodo 8-16
Quando os hebreus ainda estavam em Refidim, os amalequitas (que viviam perto do Neguebe) vieram para atacá-los.
Moisés chamou Josué, o seu assistente, e determinou:
— Escolha alguns dos nossos homens e siga com eles para enfrentarem os amalequitas. Enquanto isso, eu subirei até o topo do monte, levando comigo a vara que o Deus Eterno usa para nos abençoar.
Josué foi lutar contra os amalequitas, enquanto Moisés, Arão e o auxiliar Hur subiram ao topo do monte. De lá, Moisés levantava as mãos para abençoar Israel. Enquanto mantinha as mãos levantadas, Josué e os seus soldados venciam. Quando abaixava as mãos, os amalequitas levavam vantagem na batalha.
Com o tempo, os braços de Moisés ficaram pesados e abaixaram. Então, encontraram uma solução: Arão e Hur fizeram um balcão de pedras para que Moisés se apoiasse. Além disso, os dois sustentavam, um de cada lado, os braços de Moisés.
Assim, as mãos de Moisés ficaram levantadas em direção ao campo da luta até o pôr do sol. Os israelitas venceram os amalequitas.
O Deus Eterno determinou a Moisés que fizessem o seguinte:
— Registre isso em um livro para que ninguém se esqueça. Fale também com Josué. Anote que, no tempo devido, os amalequitas serão extintos como povo.
Para celebrar a vitória, Moisés construiu um altar, ao qual chamou de “Iavé Nissi” (expressão hebraica para “o Deus Eterno é o meu protetor”).
Depois, explicou: “O Deus Eterno disse que Ele mesmo enfrentará os amalequitas quando nos atacarem”, até que desapareçam.
