O ALTAR DE JACÓ EM BETEL
Gênesis 1
Algum tempo depois, o Deus Eterno fez o seguinte pedido a Jacó:
— Quero que você se mude para Betel. Quando chegar lá, construa um altar para recordar aquela noite em que nos encontramos quando você estava fugindo com medo de Esaú.
Gênesis 2-4
Jacó reuniu toda a família com todos os empregados e determinou:
— Joguem fora os deuses estranhos que vocês adoram, tomem banho e vistam roupas novas. Vamos nos preparar e partir para Betel. Lá, farei um altar ao Deus Eterno porque Ele me acompanhou quando eu estava angustiado e continuou comigo até chegar ao meu destino.
Todos arrancaram os terafins e os brincos que usavam em honra aos seus vários deuses. Jacó pegou o que trouxeram e os enterrou em um carvalho perto de Siquém.
Gênesis 5-7
Eles saíram em paz. O Deus Eterno os protegeu e ninguém os atacou.
Em segurança, Jacó e sua gente chegaram a Luz, nome antigo para Betel, na terra de Canaã. Lá, construiu um altar, dando ao lugar o nome de El-Betel (expressão hebraica para "o Deus da casa de Deus"), pois foi nesse local, no passado, que o Deus Eterno lhe tinha aparecido enquanto fugia de Esaú.
Gênesis 8
Em Betel, morreu Débora, a empregada que cuidava de Rebeca, a esposa de Isaque. Foi sepultada debaixo de um carvalho conhecido como Alom-Bacute ("carvalho das lágrimas", em hebraico).
Gênesis 9-13
Foi nesse mesmo lugar (Betel) que, tempos atrás, Jacó teve outro encontro com o Deus Eterno quando voltava de Arã. Naquela ocasião, depois de o abençoar, o Deus Eterno lhe disse:
"Lembre-se de que mudei o seu nome
(Em Peniel).
Era Jacó,
Mas eu mudei para Israel".
E acrescentou:
"Eu sou o Deus Onipotente.
Seja fecundo e se multiplique.
Seus herdeiros formarão nações.
A terra que prometi a Abraão e a Isaque será sua
E, depois que você morrer,
Pertencerá às suas gerações".
Depois de falar, o Deus Eterno foi embora.
Gênesis 14-15
Jacó levantou um monumento de pedra no lugar de onde o Deus Eterno havia falado com ele. Depois, derramou vinho e azeite sobre o monumento como uma forma de gratidão. É por isso que o lugar onde o Deus Eterno apareceu a Jacó ficou conhecido como Betel.
RAQUEL DÁ À LUZ BENJAMIM E MORRE
Gênesis 16-19
Jacó e a sua família voltaram a viajar, deixando Betel.
Durante a viagem para Belém, Raquel teve o seu segundo filho. O parto foi muito difícil. A parteira procurou animá-la:
— Não tenha medo! O bebê vai sobreviver!
Ainda deu tempo de Raquel dar um nome para o filho: Benoni ("filho do meu sofrimento", em hebraico). Raquel morreu e foi sepultada lá mesmo. Jacó preferiu chamar o menino de Benjamim ("filho da minha força").
Sobre o túmulo da esposa, Jacó fez um monumento que durou séculos.
Gênesis 20-21
A viagem continuou e parou pouco depois de um lugar que tem uma torre, conhecida como torre de Eder (ou "torre do rebanho", em hebraico).
Gênesis 22-26
Outros eventos ocorreram nessa época…
Rúben, filho de Jacó, manteve relações sexuais com Bila, concubina do seu pai e empregada de Raquel. O fato chegou ao conhecimento de Jacó.
Jacó foi pai de 12 filhos, além de Diná, a única menina. São eles:
- •
Rúben
- •
Simeão
- •
Levi
- •
Judá
- •
Issacar
- •
Zebulom
(Filhos de Jacó com Lia)
- •
José
- •
Benjamin
(Filhos de Jacó com Raquel)
- •
Dã
- •
Naftali
(Filhos de Jacó com Bila, empregada de Raquel)
- •
Gade
- •
Aser
(Filhos de Jacó com Zilpa, empregada de Lia).
Todos, exceto Benjamim, nasceram na região de Arã.
A MORTE DE ISAQUE
Gênesis 27-29
Jacó chegou a Manre, conhecida também como Quiriate-Arba (ou Hebrom).
Nessa cidade, vivia Isaque, o seu pai.
E foi lá que, bem idoso, aos 180 anos, Isaque faleceu. Seus filhos, Esaú e Jacó, cuidaram do sepultamento.
