A SAÍDA DA ARCA
Gênesis 1-3
As coisas mudaram quando o Deus Eterno decidiu que Noé e os que com ele estavam no barco deviam voltar à terra firme.
O Deus Eterno mandou um vento que fez o nível da água baixar.
As nuvens sumiram e as chuvas cessaram. Aos poucos, a água foi escoando; o processo demorou cinco meses.
Gênesis 4-5
Decorridos sete meses e 17 dias do início do dilúvio, o barco ancorou sobre a cordilheira do Ararate (na Turquia). No décimo mês do barco flutuando sobre a água, já era possível ver os picos dos montes.
Gênesis 6-9
Depois de 40 dias ancorados, Noé abriu a janela do barco e soltou um corvo. Era um teste para saber se já podiam descer. Como o corvo ia e retornava, Noé entendeu que precisava ainda esperar.
Mais um tempo decorrido, Noé soltou uma pomba para ver se o nível da água havia baixado o suficiente. A pomba foi e voltou porque não tinha onde pousar, indicando que a água ainda cobria a terra.
Quando, passado mais um tempo, ela pousou no barco, Noé estendeu a mão e a recolheu.
Gênesis 10-12
Noé esperou mais sete dias e, pela manhã, soltou a pomba de novo. Ela voltou à tarde e trazia no bico um ramo de oliveira. Noé entendeu que a água havia baixado. Esperou mais sete dias e soltou de novo a pomba. Ela não voltou.
Gênesis 13-19
Quando Noé completou 601 anos, a água secou. Ele retirou a cobertura do barco e viu que o solo estava enxuto. Demoraram ainda outros 57 dias para a terra voltar ao normal.
O Deus Eterno lhe disse:
— Noé, saia do barco! Diga para sua esposa, seus filhos e suas noras saírem. Tire também os animais que estão no barco, tanto os pássaros quanto os gados e os répteis. Eles repovoarão a terra, serão fecundos e se multiplicarão.
Noé saiu com toda a sua família. Também foram tirados os animais, os répteis e os pássaros e todos os seres vivos que estavam no barco, organizados segundo as suas espécies.
Gênesis 20-22
A primeira coisa que Noé fez foi edificar um altar para o Deus Eterno.
Ele pegou alguns animais puros, sacrificou-os e os ofereceu como uma oferta ao Deus Eterno, que gostou do que recebeu e tomou uma decisão:
"Nunca mais punirei a terra por causa dos seus moradores. Eu sei que o problema não é a terra, mas o desejo ruim que sempre acompanhou o ser humano. De igual modo, nunca mais exterminarei os seres vivos, como fiz com o dilúvio. Enquanto durar a terra,
Valerá o ciclo da natureza,
Em que há semeadura e colheita,
Frio e calor,
Verão e inverno,
Dia e noite,
Sem cessar".
