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Hebreus Capítulo 6

Além do básico

Hebreus 1-3

Por ora, não vou repetir os conceitos básicos do Evangelho, porque preciso falar de coisas mais profundas. Não vou falar de novo sobre a necessidade do arrependimento e da fé em Jesus nem sobre o valor do batismo e da santidade de vida nem da realidade da ressurreição e do Julgamento Final.

Com a graça do Deus Eterno, prossigo com novos assuntos.

Os sacríficios do passado são inúteis

Hebreus 4-8

Quanto à salvação, ela acontece quando uma pessoa ouve o Evangelho, aceita a oferta da graça divina, recebe o Espírito Santo no seu coração, alegra-se com a maravilhosa Palavra de Deus e espera a segunda vinda de Jesus.

A salvação não vem por meio de sacrifícios, como aqueles do Antigo Testamento. Aqueles sacrifícios, mesmo que ainda hoje praticados, não levam uma pessoa ao arrependimento. Na verdade, fazer aquele tipo de sacrifício é crucificar de novo o Filho de Deus e fazê-lo passar pela mesma vergonha outra vez.

Faço uma comparação: uma terra produtiva é aquela que recebe e absorve a chuva que cai e, com isso, produz a planta que é útil para quem a cultiva. Essa terra é abençoada pelo Deus Eterno. Agora, uma terra que produz espinhos e ervas daninhas para nada serve; o seu fruto será arrancado e queimado.

Sem preguiça

Hebreus 9-12

Fiquem, porém, tranquilos quanto à salvação de vocês. Preciso adverti-los, mas vocês estão seguindo bem.

Vocês têm se dedicado ao Evangelho e o Deus Eterno, que é justo, não esquecerá o esforço e o amor com que têm proclamado o Evangelho.

O meu desejo, contudo, é que vocês permaneçam como estão, mostrando a mesma disposição até o fim, certos da esperança na vida eterna.

Não sejam preguiçosos, mas continuem imitando aqueles que, com fé e paciência, estão firmes nas promessas divinas.

O Deus que não mente

Hebreus 13-20

Lembrem-se de que, quando fez a promessa de um filho a Abraão, o Deus Eterno não tinha ninguém maior que Ele para quem jurar. Por isso, jurou por si mesmo, dizendo:

  • "Vou abençoá-lo, multiplicando a sua descendência".

  • (Gênesis 22.17b)

Abraão esperou com paciência e recebeu o que lhe foi prometido.

Sabemos que os homens juram por alguém que está acima deles. Desse modo, há uma garantia para a palavra dada e ninguém discutirá. Assim, quando quis mostrar que a sua promessa era imutável, o Deus Eterno fez o seu já citado juramento.

Como o Deus Eterno não mente, Ele fez uma promessa e um juramento, de modo que não haja dúvida do que receberemos. Nós temos, portanto, a certeza da vida eterna e logo a alcançaremos. Essa esperança é como uma âncora para a nossa alma, âncora forte e firme.

Com essa certeza, chegaremos ao céu, onde Jesus nos espera. Ele foi na nossa frente, como sumo sacerdote, no mesmo estilo de Melquisedeque.