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Números Capítulo 20

discussão por causa da falta d’água

Números 1

Depois de muitos anos de caminhada, os israelitas chegaram ao deserto de Zim e acamparam perto de Cades-Barneia.

Foi nessa cidade (Cades-Barneia) que Miriã morreu e foi sepultada.

Números 2-13

Diante da falta d’água, o povo novamente se rebelou (como aconteceu em Refi dim, conforme Êxodo 17.1-7).

Os israelitas se uniram para protestar contra Moisés e Arão:

— Seria melhor termos morrido pelo caminho. Não seria a primeira vez que isso aconteceria!

— Por que vocês nos trouxeram até aqui? Foi para morrermos no deserto?

— Por que nos tiraram do Egito e nos trouxeram para este lugar horroroso, onde não há grãos nem figos nem uvas nem romãs para comer e muito menos água para beber?

Moisés e Arão se afastaram da multidão e foram para a frente do Tabernáculo. Lá se prostraram em oração. A glória do Deus Eterno apareceu e Ele lhes disse:

— Moisés, pegue a vara que pertence a Arão. Leve seu irmão com você. Levem a multidão junto. Procurem uma rocha e falem com ela. Vai jorrar água dela. Vocês saciarão a sede das pessoas e dos animais com a água que sair da rocha.

Moisés obedeceu e pegou a vara que ficava guardada no Tabernáculo. Estando o povo reunido em volta da rocha, Moisés gritou:

— Escutem, rebeldes! Será que nós dois teremos que tirar água desta rocha para vocês beberem?

Em vez de falar à rocha, Moisés levantou o braço e, com a vara que tinha nas mãos, desferiu dois golpes contra a rocha. Imediatamente, jorrou muita água. A multidão e os animais beberam dela à vontade.

No entanto, o Deus Eterno repreendeu Moisés e Arão:

— Vocês dois não creram em mim e não fizeram o que era certo. Por isso, não entrarão com o povo na Terra Prometida.

A água que beberam ficou conhecida como água da discussão (“Meribá, “discussão”, em hebraico).

Novamente, em Cades-Barneia, o Deus Eterno mostrou também o seu grande poder.

A violência dos edomitas

Números 14-21

Quando estava em Cades-Barneia, Moisés enviou emissários ao rei de Edom (Jordânia), com a seguinte mensagem:

“Esta é uma mensagem enviada pelos seus parentes, os israelitas.

O rei sabe as circunstâncias em que os nossos antepassados foram para o Egito. Moramos lá durante muito tempo. Fomos maltratados pelos egípcios.

Nós oramos ao Deus Eterno e, como resposta, Ele nos enviou um dos seus anjos para nos tirar do Egito.

Agora estamos em Cades-Barneia, na fronteira com o seu país. Pedimos tua permissão para atravessar a tua terra. Garantimos que não passaremos por tuas plantações nem por teus vinhedos. Não beberemos água dos teus poços. Seguiremos pela estrada real sem nos desviar”.

A resposta do rei de Edom foi negativa:

“Não autorizo que passem pelo meu território. Se tentarem passar, eu declararei guerra contra vocês e os atacarei”.

Os emissários tentaram negociar com o rei:

“Majestade, nós nos manteremos na estrada principal. Se o nosso povo ou o nosso gado beberem de tuas águas, pagaremos o preço que cobrares. Só queremos passar a pé”.

O rei de Edom continuou firme:

“Vocês não vão passar! De jeito nenhum!”

O rei juntou seu exército e saiu em direção ao povo de Israel para guerrear.

Foi desse modo que os edomitas se recusaram a permitir que o povo de Israel passasse pelo país deles.

Os israelitas seguiram por outro caminho…

a morte de arão

Números 22-29

Os israelitas partiram de Cades-Barneia e chegaram ao pé do monte Hor, ainda em Edom (Jordânia).

O Deus Eterno chamou Moisés e lhe disse:

“Arão morrerá e não entrará na Terra Prometida. A causa é que vocês foram rebeldes em Meribá. Por isso, chame agora Arão e o filho dele, Eleazar, e peça que subam o monte Hor. Quando chegarem, tire as vestes sacerdotais de Arão; coloque-as em Eleazar. Arão morrerá e será sepultado ali”.

Moisés obedeceu…

Os três subiram ao monte. Moisés tirou as vestes sacerdotais de Arão, pondo-as em Eleazar, o filho de Arão.

Arão morreu no alto do monte Hor.

Depois disso, Moisés e Eleazar desceram para a cidade.

O luto durou 30 dias.