O que fazer com os midianitas
O deus eterno disse a moisés:
Números 1-11
“Os midianitas precisam ser punidos pelo mal que fizeram aos israelitas.
Essa será a sua última tarefa na liderança do povo de Israel. Depois, você morrerá”.
Moisés, então, convocou o povo:
— Precisamos derrotar os midianitas e fazer justiça. Essa é uma ordem do Deus Eterno. Convoquem e preparem alguns de vocês para a guerra. Cada tribo contribuirá com 1.000 soldados.
Foram enviados 12.000 soldados para o campo de batalha.
Fineias, filho do sacerdote Eleazar, era o comandante. Ele conduzia os objetos sagrados e os trompetes para as ordens de ataque.
Os israelitas atacaram os midianitas, como o Deus Eterno havia determinado.
Eles mataram todos os adversários, inclusive os seus cinco líderes principais: Evi, Requém, Zur, Hur e Reba. Balaão de Beor também foi morto.
Quanto às mulheres e às crianças midianitas, elas foram feitas prisioneiras. O rebanho e outros bens dos midianitas foram apreendidos.
As cidades e os acampamentos militares foram queimados.
Os soldados israelitas levaram a Moisés, ao sacerdote e ao povo os despojos e os prisioneiros de guerra.
Tudo isso aconteceu perto de Jericó, na margem leste do rio Jordão, nas campinas de Moabe.
Números 12-24
Os soldados israelitas, terminada a guerra contra os midianitas, foram recebidos por Moisés, pelo sacerdote Eleazar e pelos líderes dos israelitas.
Moisés ficou indignado contra os chefes militares que chegavam da guerra porque trouxeram cativas todas as mulheres:
— Por que vocês deixaram vivas as mulheres? Vocês sabem o que elas fizeram quando seguiram o conselho de Balaão. Em Petor, elas levaram os israelitas a abandonarem o Deus Eterno. Foi por isso que aconteceu aquela epidemia entre o povo de Israel. Matem todos os meninos. Matem também todas as mulheres casadas. Deixem vivas apenas as solteiras para que morem entre vocês.
Moisés continuou as suas orientações:
— Todos os que, na guerra, mataram alguém ou tocaram em algum cadáver deverão ficar acampados por sete dias fora do acampamento. Purifiquem-se no terceiro e no sétimo dia. Os prisioneiros deverão também ser purificados. Purifiquem ainda todas as roupas e todos os itens feitos de couro, de pele de cabra e de madeira.
Depois, o sacerdote Eleazar disse aos militares que tinham participado da guerra:
— Para purificarem o que pegaram nos campos de batalha, o Deus Eterno nos orientou por intermédio de Moisés nos seguintes termos: “Passem pelo fogo o ouro, a prata, o bronze, o ferro, o estanho, o chumbo e tudo o que pode suportar o fogo, para que sejam purificados. Depois, usem ainda a água purificadora. Os itens que não suportam o fogo deverão ser purificados com água. No sétimo dia, lavem também as suas roupas para que fiquem puros. Só depois poderão voltar ao acampamento”.
Números 25-47
Segundo a orientação divina, Moisés deveria contar tudo o que foi apreendido, tanto animais quanto pessoas. Eleazar e os chefes das tribos o ajudariam nessa tarefa.
Tudo deveria ser dividido em duas partes iguais. Uma ficaria com os militares que participaram da guerra e a outra, com o povo em geral.
Do que receberem, os militares deverão pagar 0,2% como imposto ao Deus Eterno.
Do imposto pago, a metade será entregue diretamente como oferta ao Deus Eterno por intermédio do sacerdote Eleazar.
Do que fosse destinado ao povo em geral, 2% deverão ser entregues aos levitas encarregados do trabalho no Tabernáculo.
Moisés e Eleazar fizeram como o Deus Eterno havia determinado a Moisés.
O total dos despojos chegou a:
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Ovelhas — 675.000
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Bois — 72.000
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Jumentos — 61.000
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Mulheres solteiras — 32.000.
Assim, a metade dos despojos que coube ao povo alcançou as seguintes cifras:
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Ovelhas — 337.500 (675 retidas como imposto)
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Bois — 36.000 (72 retidos)
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Jumentos — 30.500 (61 retidos)
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Mulheres solteiras — 16.000 (32 retidas).
Todos os impostos foram devidamente pagos, como o Deus Eterno determinou.
A metade que coube ao povo em geral, tirada dos despojos dos militares, alcançou as seguintes cifras:
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Ovelhas — 337.500
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Bois — 36.000
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Jumentos — 30.500
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Mulheres solteiras — 16.000.
Dessa metade, Moisés reteve os 2% devidos e os entregou aos levitas, conforme o Deus Eterno lhe havia determinado.
Números 48-54
Quando foram à guerra, os militares eram liderados por oficiais, os generais comandando 1.000 e os capitães comandando 100.
Esses comandantes procuraram Moisés:
— Contamos os militares sob o nosso comando e todos voltaram da guerra. Decidimos, então, fazer uma oferta ao Deus Eterno com aquilo que recolhemos como despojos. Aqui está a nossa oferta para que os nossos pecados sejam perdoados. São braceletes, pulseiras, anéis, brincos e colares.
Moisés e Eleazar receberam as joias, que eram verdadeiras obras de arte.
O ouro ofertado pelos comandantes pesava cerca de 200 quilos. Tudo tinha sido recolhido como despojo.
Moisés e Eleazar pegaram as joias de ouro e as guardaram no Tabernáculo, para que o povo se lembrasse do que o Deus Eterno lhe fez.
