Somos perdoados pela fé que temos
Romanos 1-2
Assim, tendo sido perdoados, por causa da fé que temos, vivemos em harmonia com o Deus Eterno por intermédio do nosso Salvador Jesus Cristo. Afinal, tivemos acesso à graça por intermédio de Jesus, em quem cremos.
Por isso, estamos firmes na graça e nos alegramos na esperança do que o Deus Eterno ainda fará.
A esperança não falha
Romanos 3-5
A graça nos dá uma perspectiva nova para a vida.
Quando as aflições nos sobrevierem, nós nos alegraremos, porque aprendemos que elas nos tornam pacientes. A paciência nos faz fortes, ao confiarmos na esperança que não falha.
A esperança não nos desaponta por causa do amor do Deus Eterno que é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que recebemos.
Cristo morreu por nós, pecadores
Romanos 6-11
Lembremos que, quando não tínhamos esperança, Cristo morreu voluntariamente por nós, pecadores.
Em termos humanos, essa oferta é um absurdo. Talvez, alguém se disponha a morrer por uma pessoa correta, mas ninguém pensará em morrer no lugar de uma pessoa injusta. No entanto, o Deus Eterno demonstra o quanto nos ama por meio de Cristo, que morreu em nosso lugar, quando éramos ainda pecadores.
Se Ele fez isso por nós naquela condição, imaginemos o quanto fará agora! Perdoados pelo sangue de Jesus na cruz, não precisamos ter medo do Julgamento Final. Éramos inimigos do Deus Eterno, mas Ele nos reconciliou por intermédio da morte do seu Filho, Jesus Cristo.
Agora, que somos seus amigos, podemos nos alegrar pela salvação com a qual o Salvador nos alcançou. É por isso que nos alegramos: fomos reconciliados por intermédio de Jesus Cristo.
O pecado tem a idade do ser humano
Romanos 12-14
Tudo fica ainda mais claro quando nos lembramos de que o pecado entrou no mundo por intermédio de um homem, Adão. A consequência desse pecado foi a morte, morte que alcançou toda a humanidade, como está evidente no fato de que ninguém consegue não pecar.
O pecado é tão antigo quanto o ser humano. A natureza do pecado ficou clara, quando o Deus Eterno fixou, por intermédio de Moisés, os mandamentos que estabelecem os limites humanos. As consequências do pecado, contudo, são anteriores a Moisés, mesmo que nem todos tenham pecado tão gravemente quanto Adão, o primeiro dos pecadores.
O perdão é maior que o pecado
Romanos 15-17
Há diferenças entre as consequências do pecado de Adão e os benefícios da graça de Cristo.
O benefício divino é um presente imerecido. É verdade que muitas pessoas morreram merecidamente pelo erro de Adão, mas também é ainda mais verdade que a graça imerecida do Deus Eterno alcançou magnificamente um número incontável de pessoas por intermédio de Jesus Cristo.
O alcance do perdão é maior que o alcance do pecado. Adão falhou e nos legou o pecado, mas Cristo não falhou e nos trouxe a graça.
A morte chegou como consequência de um único pecado, cometido por Adão, enquanto a graça, oferecida por Jesus Cristo, perdoa-nos dos nossos muitos pecados, para que sejamos livres.
A graça produz vida
Romanos 18-21
Como consequência da transgressão única de Adão, os seres humanos foram destinados à condenação. Assim também por um único acerto de Cristo, a graça destinou todos os seres humanos para a salvação.
Se, pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores, também pela obediência de um só, todos podem ser salvos.
Os mandamentos estabelecidos pelo Deus Eterno tornaram evidente a gravidade do pecado cometido, mas a graça oferecida por Ele foi muito mais poderosa.
É verdade que o pecado dominou e gerou a morte, mas também é verdade que a graça triunfou maravilhosamente e produziu a vida eterna por intermédio de Jesus Cristo, nosso Salvador.
