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Sofonias Capítulo 1

PRÓLOGO

Sofonias 1.1

As mensagens a seguir foram proferidas por Sofonias, que não deve ser confundido com o sacerdote do mesmo nome e adversário de Jeremias.

Sofonias era filho de Cusi, neto de Gedalias, bisneto de Amarias e tetraneto do rei Ezequias. Quando ele pregou, Israel do Sul era governado por Josias (641-609 a.C.), filho de Amom.

A PROXIMIDADE DA PUNIÇÃO

Sofonias 1.2-3

O Deus Eterno proclama:

“Saibam todos os perversos Que eu os responsabilizarei Onde quer que estejam.

Onde a perversidade prevalecer, Punirei os que pecam

Porque seus erros afetam a terra toda, Inclusive os animais.

Se os pecadores não se arrependerem, Eu os eliminarei”.

O JULGAMENTO DOS ARROGANTES

Sofonias 1.4-6

O Deus Eterno continua:

“Por causa de seus pecados, Punirei todos os israelitas.

Não deixarei nenhuma estátua de Baal. Nenhum de seus deuses ficará de pé.

Nenhum dos sacerdotes deles subsistirá.

Não tolerarei os idólatras

Que, às escondidas, adoram os corpos celestes Nem os que, de dia, adoram ao Deus Eterno E, de noite, ao deus Moloque”.

O Deus Eterno também não tolerará

Os que tomaram a decisão de abandonar os mandamentos que Ele estabeleceu para o nosso bem. Não serão tolerados os que não mais buscam o Deus Eterno nem têm o menor interesse pela verdade.

A PUNIÇÃO DOS LÍDERES

Sofonias 1.7-9

O Dia do Julgamento divino está perto. Esperem porque esse dia vai chegar.

A data já está marcada. Os convidados já estão preparados. Sobre esse dia, o Deus Eterno declara:

“Vou punir os líderes e todos os seus familiares com seus cultos estranhos. Vou punir os sacerdotes que importam superstições. Vou punir os que levantam estátuas em procissões e praticam todo tipo de violência e erros nas suas celebrações”.

O GRITO NO PORTÃO DOS PEIXES

Sofonias 1.10-13

O Deus Eterno prossegue:

“No Dia do Julgamento divino, Todos vão ouvir um grito

Anunciado no portão dos Peixes em Jerusalém E também um berro

Vindo do bairro mais novo da cidade. Todos escutarão um lamento

Que virá dos arredores da cidade.

Então, vocês que moram na rua do Mercado de Jerusalém, chorem Porque não haverá o que comprar

Por falta de lojas, Que serão destruídas.

Eu vasculharei a cidade com lanternas Para descobrir onde estão e julgar

Os que passam a vida cometendo pecados E ainda dizem:

“O Deus Eterno não tem nada a ver com isso”.

Suas propriedades serão saqueadas. Das suas casas nada sobrará.

Se construírem casas, nelas não morarão;

Se formarem vinhedos, do vinho deles não beberão”.

O DIA DO JULGAMENTO DIVINO

Sofonias 1.14-18

Está perto o grande Dia do Julgamento divino. Está chegando!

Não vai demorar. Prestem atenção!

O Dia do Julgamento divino será de muita amargura. Até os poderosos sentirão.

Será um dia de indignação, Dia de angústia e tribulação, Dia de desgraça e destruição, Dia de

trevas e escuridão, Dia de medo e trovão,

Dia em que todos ouvirão E todos saberão

Que a guerra a todos alcançará E ninguém dela escapará.

As pessoas ficarão angustiadas

E andarão pelas ruas totalmente às cegas. Tudo porque pecaram contra o Deus Eterno. O sangue

dessa gente coalhará o chão Como se fosse esterco para a plantação.

Nem quem tiver dinheiro escapará.

Na verdade, dinheiro para nada servirá Porque o Deus Eterno agirá.

Chegará o dia em que a terra corrompida Será repentinamente consumida

Num incêndio que ninguém conterá.