A MORTE DE SAUL
1 Crônicas 10.1-14
Em 1009 a.C., os militares filisteus lutaram contra os combatentes de Israel e venceram. Os israelitas fugiram, mas foram alcançados e mortos no monte Gilboa.
Os filisteus perseguiram Saul e mataram três dos filhos dele:
Jônatas
Abinadabe
Malquisua.
A batalha se intensificou…
Os flecheiros viram Saul e o acertaram. Gravemente ferido, o rei disse ao seu segurança:
— Pegue a sua espada e me atravesse com ela. Não quero que esses estranhos filisteus me matem e ainda debochem de mim.
No entanto, o segurança teve medo e se recusou a atender ao pedido do rei, que pegou a espada e se lançou contra ela.
Quando viu que Saul tinha morrido, o segurança fez o mesmo e morreu.
Num mesmo dia, portanto, morreram Saul, três dos seus filhos, seu segurança e muitos soldados que estavam com eles no monte Gilboa.
Com a debandada do exército de Israel e com a morte de Saul e de seus filhos, os israelitas que moravam no outro lado do monte Gilboa e na Transjordânia abandonaram suas cidades, permitindo que os filisteus as habitassem.
No dia seguinte, os militares filisteus apareceram para pegar os bens dos mortos no monte Gilboa e identificaram os corpos de Saul e dos seus três filhos.
Eles ficaram com os bens que puderam dos cadáveres. Eles cortaram a sua cabeça e ficaram com as armas de Saul. Depois, enviaram mensageiros pela terra dos filisteus para transmitir as boas notícias no templo dos seus deuses.
As armas e a cabeça de Saul foram guardadas no templo do deus Dagom.
Quando receberam essas notícias, os corajosos moradores de Jabes-Gileade resgataram os corpos de Saul e dos seus filhos e os levaram a Jabes, onde os sepultaram debaixo de uma árvore.
Em sinal de luto, eles jejuaram durante sete dias.
Saul morreu por causa de sua rebelião contra o Deus Eterno, cujos mandamentos não obedeceu, chegando ao ponto de consultar uma médium, contra a vontade do Deus Eterno, que transferiu o governo dele para Davi, o filho de Jessé.
