perguntas e respostas sobre a celebração da páscoa
Números 1-5
Quando o povo de Israel saiu do Egito, em abril de 1446 a.C., o Deus Eterno lhe havia dado as seguintes instruções, por intermédio de Moisés:
“Vocês deverão celebrar a Páscoa todos os anos.
Enquanto viajam pelo deserto, celebrem a Páscoa no final da tarde de todo dia 14 de Nisã (de meados de março a meados de abril)”.
Números 6-14
Como alguns israelitas estavam cerimonialmente impuros para participar da celebração da Páscoa, eles procuraram Moisés e Arão e disseram:
— Estamos impuros porque tocamos em um cadáver. Queremos participar da Páscoa. Vamos ficar de fora da celebração e proibidos de levar nossas ofertas ao Deus Eterno?
Moisés lhes respondeu:
— Esperem que vou orar ao Deus Eterno para saber o que Ele determina.
Moisés orou e o Deus Eterno respondeu:
“Mesmo que algum israelita, no presente e no futuro, fique impuro por ter tocado um cadáver ou se encontre longe, ele poderá celebrar a Páscoa. Sua celebração, no entanto, acontecerá um mês depois, isto é, no final da tarde do dia 14 de Lyar (entre abril e maio).
As regras serão as mesmas da celebração da Páscoa. Nada deixem para o dia seguinte.
Não quebrem os ossos dos cordeiros.
A celebração é obrigatória para todos os que não estiverem impuros nem em viagem. Nessa condição, os que não participarem serão considerados culpados e afastados da comunidade, por não terem apresentado as suas ofertas no tempo devido.
A celebração é permitida aos estrangeiros residentes que desejarem participar da Páscoa, desde que obedeçam a todas as regras estabelecidas para a sua realização.
Entre vocês, os estrangeiros residentes e os israelitas por nascimento terão os mesmos direitos”.
hora de acampar e hora de caminhar
Números 15-23
Quando a construção do Tabernáculo terminou, uma nuvem cobriu-o completamente.
No final da tarde, algo parecido como um fogo pairava sobre o Tabernáculo.
Era sempre assim. Durante o dia, uma nuvem cobria o Tabernáculo e, durante a noite, uma nuvem parecida com fogo se mantinha sobre ele.
Quando a nuvem se elevava, os israelitas retomavam a caminhada. Quando a nuvem baixava, eles acampavam.
O Deus Eterno orientava os israelitas desse modo, tanto para caminhar quanto para acampar.
Quando a nuvem pairava sobre o Tabernáculo, os israelitas ficavam acampados. Mesmo que a nuvem se detivesse por muito tempo sobre o Tabernáculo, o povo permanecia acampado.
Quando a nuvem pairava por poucos dias, o povo continuava acampado. Só partiam quando o Deus Eterno falava por intermédio do movimento da nuvem.
Às vezes, a nuvem permanecia desde a tarde à manhã seguinte. Nesses casos, o povo só caminhava quando a nuvem se elevava.
O padrão era este: quando a nuvem pairava sobre o Tabernáculo, o povo ficava acampado. Quando a nuvem se movimentava, o povo caminhava. O movimento da nuvem era o sinal que recebiam do Deus Eterno para acampar ou prosseguir.
O povo fazia tudo o que o Deus Eterno determinava por intermédio de Moisés.
