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Números Capítulo 10

o uso dos trompetes

Números 1-10

Faça dois trompetes de prata pura.

Use esses trompetes para convocar o povo para as reuniões e para determinar a retomada da caminhada.

Ao som desses dois trompetes, todo o povo se reunirá junto à porta do Tabernáculo. Quando só um tocar, só os líderes se reunirão.

O som dos trompetes sinalizará o tempo da retomada das viagens.

Quando você mandar soar o primeiro toque, partirão os que estiverem acampados do lado leste. Quando soar o segundo toque, partirão os que estiverem acampados do lado sul.

O povo só deverá partir quando ouvir o som do trompete.

Para a reunião de toda a congregação, os dois trompetes deverão ser tocados, mas não será na forma de alarme.

Caberá aos sacerdotes tocar os trompetes. Essa regra é permanente e não pode ser alterada.

Quando já estiverem residindo em Canaã e tiverem que sair para lutar contra inimigos que os oprimirem, os trompetes serão tocados na forma de alarme. O Deus Eterno os livrará dos inimigos.

Os trompetes deverão soar também nos momentos festivos, nas festas anuais e nas festas de início do mês. A entrega de ofertas deverá ser acompanhada dos sons dos trompetes.

Essas instruções são do Deus Eterno.

notícias sobre a viagem pelo deserto

Números 11-28

No dia 20 de Lyar de 1445 a.C., um ano depois do êxodo, a nuvem que estava sobre o Tabernáculo se movimentou.

O povo retomou a caminhada pelo deserto do Sinai e seguiu de um lugar para o outro até chegar ao deserto de Parã, onde a nuvem parou.

A partir do término da construção do Tabernáculo, as regras fixadas por Moisés passaram a valer.

Os pelotões da tribo de Judá, sob comando de Naassom de Aminadabe, foram os primeiros a se pôr em marcha.

Depois, partiram os pelotões da tribo de Issacar, sob o comando de Natanael de Zuar. O terceiro grupo foi formado pelos pelotões da tribo de Zebulom, comandados por Eliabe de Helom.

O Tabernáculo era desmontado e transportado pelos gersonitas e meraritas.

Os pelotões da tribo de Rúbem foram o quarto grupo a partir, sob o comando de Elizur de Sedeur.

Em quinto lugar, partiram os pelotões da tribo de Simeão, comandados por Selumiel de Zurisadai.

Em sexto lugar, partiram os pelotões da tribo de Gade, comandados por Eliasafe de Deuel.

O Tabernáculo era transportado pelos gersonitas e meraritas, que esperavam os coatitas chegarem com os móveis e utensílios sagrados.

O oitavo grupo a partir foi a tribo de Efraim, cujos pelotões foram comandados por Elisama de Amiúde.

Os pelotões da tribo de Manassés partiram em seguida, comandados por Gamaliel de Pedazur.

Em seguida, partiram os pelotões da tribo de Benjamim, comandados por Abidã de Gideoni.

Sob o comando de Aiezer de Amisadai, partiram os pelotões da tribo de Dã, que tinham a responsabilidade de proteger a retaguarda de todos os acampamentos.

O exército da tribo de Aser era comandado por Pagiel de Ocrã.

O último exército a partir foi o de Naftali, que era comandado por Aira de Enã.

Foi nessa ordem que os pelotões dos exércitos de Israel marcharam.

Números 29-32

Hobabe, cunhado de Moisés, viajava com o povo de Israel.

(Hobabe era filho do midianita Jetro, conhecido também como Reuel e que era sogro de Moisés.)

Em certo momento, Moisés fez um pedido a Hobabe:

— Estamos viajando para o lugar que o Deus Eterno prometeu que nos daria. Venha conosco! Você será bem tratado por nós e compartilhará das bênçãos que o Deus Eterno nos dará.

O cunhado respondeu:

— Não, Moisés! Eu não seguirei com vocês. Prefiro voltar para minha terra e viver ao lado dos meus parentes.

Moisés, porém, insistiu:

— Por favor, venha conosco. Você sabe que montaremos acampamentos no deserto e você poderá nos ajudar na vigilância. Se for conosco, compartilharemos com você todo o bem que o Deus Eterno nos fizer.

Números 33-36

Os israelitas deixaram o monte Sinai e caminharam durante três dias.

A Arca da Aliança do Deus Eterno esteve à frente deles durante esses dias até encontrarem um lugar onde pudessem descansar.

Durante o dia, a nuvem do Deus Eterno acompanhava o povo.

Quando a Arca da Aliança partia, Moisés orava:

“Ó Deus Eterno, venha conosco, para que os teus inimigos sejam confundidos e fujam, já que eles te odeiam”.

Quando a Arca parava, Moisés orava:

“Fica conosco, ó Deus Eterno.

Fica ao lado de todo este povo”.