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Neemias Capítulo 3

A RECONSTRUÇÃO DA MURALHA (parte 1)

Neemias 3.1-7

Começando pela região norte da muralha, o portão das Ovelhas foi reconstruído pelo sumo sacerdote Eliasibe, que contou com a ajuda dos outros sacerdotes. Eles consagraram o portão, puseram os batentes no lugar e continuaram o trabalho da reconstrução até a Torre dos Cem e a Torre de Hananel. Foram ajudados pelos habitantes de Jericó e por Zacur, filho de Inri.

O portão dos Peixes foi reconstruído pela família de Hassenaá. Eles prepararam as vigas e colocaram as portas com seus ferrolhos e suas trancas nos devidos lugares. Contaram com a ajuda de Meremote, filho de Urias e neto de Coz, e de Mesulão, filho de Berequias e neto de Mesezabel, bem como de Zadoque, filho de Baaná. A esses se juntaram os moradores de Tecoa, exceto os nobres da cidade que se recusaram a trabalhar.

O portão Velho foi reparado por Joiadá, filho de Paseia, e por Mesulão, filho de Besodias. Eles colocaram as vigas e os portões nos seus lugares com os devidos ferrolhos e as devidas trancas. Eles foram ajudados pelo gibeonita Melatias, pelo meronotita Jadom, que eram de Gibeão e de Mispá, cidades em que se hospedava o governador geral da região quando vinha a Judá.

A RECONSTRUÇÃO DA MURALHA (parte 2)

Neemias 3.8-13

A parte seguinte, na região oeste e que chegava ao Muro Largo, foi reparada pelo ourives Uziel, filho de Haraías, e pelo perfumista Ananias. Eles foram ajudados por Refaías, filho de Hur e prefeito de metade da área central de Jerusalém. O trabalho deles foi continuado por Jedaías, filho de Harumafe, que atuou na área em frente à sua casa, e por Hatus, filho de Hasabneias.

Os reparos continuaram até a Torre dos Fornos e foram realizados por Malquias, filho de Harim, e por Hassube, filho de Paate-Moabe. Com eles atuou Salum, filho de Col-Hozé; ele era prefeito da outra metade do centro da cidade de Jerusalém e contou com o trabalho de suas filhas.

O portão do Vale ficou a cargo de Hanum e dos moradores de Zanoa. Eles reconstruíram o portão, colocaram as portas nos seus lugares com os respectivos ferrolhos e trancas. Eles consertaram ao todo 500 metros da muralha, chegando ao portão do Monturo.

A RECONSTRUÇÃO DA MURALHA (parte 3)

Neemias 3.14

Na parte sul, o portão do Monturo foi reparado por Malquias, filho de Recabe e prefeito do distrito de Bete-Haquerém. Ele o reconstruiu, colocou as portas nos seus lugares com os seus ferrolhos e suas trancas.

A RECONSTRUÇÃO DA MURALHA (parte 4)

Neemias 3.15-32

Na parte leste, o portão da Fonte foi reparado por Salum, filho de Col-Hozé e que era prefeito do distrito de Mispá. Ele reconstruiu o portão, pôs uma cobertura e colocou as portas nos seus lugares com os ferrolhos e as trancas. Coube-lhe também reconstruir a muralha do tanque de Selá (também conhecida como Siloé), que fica perto do jardim do Rei e vai até os degraus que descem da Cidade de Davi.

Seu trabalho foi continuado por Neemias, filho de Azbuque e que administrava a metade do distrito de Bete-Zur. Ele fez reparos na muralha até em frente do túmulo de Davi, chegando ao tanque de Selá (também conhecida como Siloé) e ao quartel.

A obra continuou pelas mãos dos levitas, liderados por Reum, filho de Bani, e por Hasabias, prefeito da metade do distrito de Queila.

O trecho seguinte foi reparado por Bavai, filho de Henadade e que era prefeito da outra metade do distrito de Queila.

Quem reparou o trecho seguinte foi Ezer, filho de Jesua e prefeito de Mispá. Esse trecho ficava em frente à casa das armas, na esquina da muralha.

Dessa esquina até a porta da casa do sumo sacerdote Eliasibe quem reparou cuidadosamente a muralha foi Baruque, filho de Zabai; um homem chamado Meremote, filho de Urias e neto de Coz, continuou a reforma até o outro lado da casa de Eliasibe.

Em seguida, entraram em ação os sacerdotes que moravam no subúrbio de Jerusalém. Foram seguidos pelos vizinhos Benjamim e Hassube, que consertaram os muros em frente às casas deles. Azarias, filho de Maaseias e neto de Ananias, prosseguiu na obra também em frente à sua casa. Daí em diante, até a próxima esquina, trabalhou Binuí, filho de Henadade.

Mais adiante, atuou Palal, filho de Uzai, que reconstruiu o trecho localizado entre a esquina e a torre que sai do palácio real superior, que está junto ao pátio da prisão.

A obra prosseguiu, agora pelas mãos de Pedaías, filho de Parós, e dos funcionários do Templo que moravam em Ofel. Eles consertaram a muralha até a frente leste do portão das Águas até a torre alta. O trecho seguinte coube aos moradores de Tecoa; eles repararam o trecho que vai da frente da torre grande e alta até a Muralha de Ofel.

Os sacerdotes se ocuparam ainda de outro trecho, que começava no portão dos Cavalos, com atenção às partes que ficavam perto de suas casas. Zadoque, filho de Imer, reparou em frente à sua casa. O trecho seguinte ficou a cargo de Semaías, filho de Secanias e guarda do portão Leste.

O próximo trecho foi reparado por Ananias, filho de Selemias, e por Hanum, o sexto filho de Zalafe. Em seguida, Mesulão, filho de Berequias, consertou a muralha perto de sua casa.

Malquias, que era filho de um ourives, fez os consertos indo até as casas dos funcionários do Templo e dos comerciantes, localizadas em frente ao portão da Guarda. Mais adiante ficava o trecho entre o terraço da esquina e o portão das Ovelhas, que foi restaurado pelos ourives e pelos comerciantes.