Naum
Manifesto sobre a justiça divina.
3 capítulos.
(Missão desenvolvida entre 663 e 612 a.C.)
Quando a Assíria estava no auge do poder, um pregador israelita ousou anunciar que o império, representado por sua capital (Nínive), desabaria.
Em outras palavras, esse porta-voz do Deus Eterno estava dizendo aos israelitas do Sul: não confiem nos poderes humanos; confiem no poder divino.
No seu livro, Naum, este porta-voz, denuncia as “maldades absurdas” dos assírios (Naum 3.19). Por isso, a Assíria cairia, como, de fato, caiu em 612 a.C., décadas depois da pregação registrada nesta obra:
“Vocês desaparecerão.
Não confiem nos seus deuses, Feitos de barro e pedra.
Os dias de vocês estão perto do fim
Porque vocês formam uma nação desprezível”
(Naum 1.11-14)
Ele apresenta o motivo da queda:
“Será triste o fim de Nínive,
A cidade da violência, da mentira e do roubo; A cidade que outrora era muito poderosa”
(Naum 3.1)
“Tudo isso acontecerá
Por causa da grande idolatria Em que Nínive se especializou
Até se tornar a rainha da feitiçaria. Com sua idolatria, ela seduz multidões, E, com sua feitiçaria, atrai nações”
(Naum 3.4)
O propósito principal do livro é exaltar o poder e a bondade do Deus Eterno: “Ninguém pode desafiar o Deus Eterno
E vencê-lo como se Ele fosse um homem. O Deus Eterno é bom conosco.
Nele podemos confiar no tempo da angústia. E nele nos refugiar quando a dificuldade vem. No entanto, quando o pecado impera,
Ele age com rigor.
Ele é sempre justo quando julga
E não permite que a impunidade prospere”. (Naum 1.6-10)
